Quando o circuito mundial de surf desembarca em Punta Roca, El Salvador, os atletas encontram uma das ondas mais técnicas da temporada: uma direita longa, cavada e rápida. E é nesse tipo de condição que a escolha da quilha para prancha de surf faz toda a diferença — principalmente quando falamos em performance de alto nível.
A configuração que domina entre os profissionais nessa etapa é a triquilha. E não é por acaso.
Estabilidade e controle para manobras verticais
A triquilha (ou thruster) é composta por três quilhas: duas laterais e uma central. Essa configuração proporciona um equilíbrio ideal entre velocidade, tração e controle — exatamente o que um surfista precisa em ondas longas e cavadas como as de Punta Roca.
A quilha central ajuda a manter a prancha mais presa na água, oferecendo mais estabilidade na rabeta. Isso permite manobras mais verticais e agressivas, com resposta rápida e previsível durante toda a extensão da onda.
Por que os profissionais escolhem a triquilha?
A maioria dos atletas do Championship Tour opta pela triquilha em Punta Roca por três grandes motivos:
- Estabilidade em velocidade alta: Punta Roca exige que o surfista mantenha projeção constante, e a triquilha garante segurança mesmo em seções críticas.
- Tração para manobras verticais: A quilha central oferece tração na base da prancha, permitindo curvas mais fechadas, batidas verticais e snaps com força.
- Previsibilidade nas respostas: Em uma onda longa e rápida, a triquilha oferece o controle necessário para manter a linha com confiança e fluidez.
Comparando: Triquilha vs Quadriquilha
A quadriquilha (quatro quilhas) também tem seu valor — principalmente em dias mais rápidos ou com tubos. Ela proporciona mais velocidade em linha reta, com menor arrasto e uma sensação mais solta. Isso favorece curvas mais amplas e fluidez, mas reduz um pouco o controle na rabeta, o que pode ser um problema em manobras mais verticais ou em seções críticas.
Já a triquilha entrega o combo ideal de controle, tração e versatilidade, sendo a escolha preferida quando o surfista precisa atacar a onda com precisão, como em Punta Roca.
Qual tipo de quilha usar? FCS2 ou Futures?
Se você está buscando a melhor quilha para prancha de surf, tanto os sistemas FCS2 quanto Futures oferecem excelentes modelos em triquilha. A escolha entre eles vai depender do encaixe da sua prancha e da sensação que você prefere no pé.
Quilha FCS2:
Encaixe rápido e sem parafusos, ideal para quem troca de quilhas com frequência.
Quilha Futures
Encaixe em peça única, com base mais rígida e resposta sólida, ótima para quem busca estabilidade e tração.
Ambos os sistemas contam com modelos de fibra de vidro e carbono, que garantem rigidez, durabilidade e resposta superior — características essenciais para ondas cavadas como as de Punta Roca.
Conclusão: a triquilha é a escolha certa para El Salvador
Se você está se preparando para surfar ondas como as de El Salvador, ou quer elevar sua performance em ondas rápidas e técnicas, a triquilha é a melhor escolha. A configuração garante tração, controle e versatilidade — tudo o que você precisa para extrair o máximo da sua linha em ondas de qualidade.
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